Bruno Varela quis abandonar o jogo após insultos racistas no Bessa

Guardião do Vitória saiu da baliza após ataque dos ultras da casa

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Os ânimos de um jogo já bastante efervescente nas bancadas ganharam tom no relvado após um alegado ato de racismo. Aos 38 minutos, e com o jogo parado para Salvador Agra ser assistido, Bruno Varela saiu da baliza e dirigiu-se à linha lateral em protesto, alegando insultos racistas provenientes da bancada na qual estava a claque do Boavista.

O capitão dos minhotos quis mesmo abandonar o jogo e aproximou-se do banco de suplentes, sendo interpelado por Lito Vidigal, o presidente da SAD axadrezada Fary Faye e jogadores e elementos das equipas técnicas, que o convenceram a ficar em campo.

Este episódio parou o jogo por 4 minutos e levou a que surgisse um aviso na instalação sonora do Estádio, para os adeptos acabarem com esses insultos, como manda o protocolo nestes casos. Durante o resto da partida, o guardião foi assobiado.

Já finalizado o encontro, ambos os treinadores reagiram ao sucedido. "Quando ele se dirigiu ao banco disse-lhe para, se quiser, falar comigo depois do jogo, ou mesmo quando tiver tempo, se me quiser ouvir estarei disponível e vou dar a minha opinião", explicou Lito Vidigal na sala de conferências do Estádio do Bessa, enquanto Luís Freire realçou que ainda não tinha esclarecido o assunto a 100 por cento: "Estava longe, mas estes casos são de se evitar, o meu jogador sentiu insultos. Não estou a querer fazer disso o tópico principal do jogo, mas não posso desvalorizar, não pode acontecer. Não representa os adeptos do Boavista."

Bruno Varela queixa-se de insultos racistas no Boavista-Vitória: as imagens do momento
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