Carlos Brito e a seca nas bolas paradas: «Tem a ver com o momento»

Técnico adianta uma explicação para esta fase

Com larga experiência no futebol português, Carlos Brito conhece bem a importância das bolas paradas no rendimento de uma equipa mas, relativamente ao Benfica, acredita que tudo se explica pelo momento vivido.

"Claro que a pouca competência nas bolas paradas pode explicar alguns resultados menos positivos, e a verdade é que, quando uma equipa não está bem, é através delas que se podem resolver jogos. Se o Benfica tivesse concretizado mais um ou outro lance destes, talvez não estivesse a fazer tanta diferença", diz a Record o técnico, de 54 anos, lembrando que "a competência está lá", uma vez que "o treinador é o mesmo".

Há, no entanto, um fator que, para Carlos Brito, poderá estar a criar algum fosso no que respeita ao rendimento neste tipo de lances. "O Benfica perdeu o Lindelöf, que, apesar de nunca ter sido um goleador nestes lances, ajudava à qualidade da equipa nas bolas paradas. E Grimaldo, que é um bom marcador de livres, esteve muito tempo lesionado", conclui.

1
Deixe o seu comentário

Últimas Notícias

Notícias
Subscreva a newsletter

e receba as noticias em primeira mão

ver exemplo

Ultimas de Benfica

Notícias

Notícias Mais Vistas

Copyright © 2020. Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução na totalidade ou em parte, em qualquer tipo de suporte, sem prévia permissão por escrito da Cofina Media S.A. Consulte a Política de Privacidade Cofina.