Dois anos sem o Pantera Negra

Símbolo do futebol português

• Foto: Fernando Ferreira

O futebol português acordou em choque a 5 de janeiro de 2014 com a notícia da morte de Eusébio da Silva Ferreira. Foi há dois anos que o King desapareceu, aos 71 anos, deixando registado um legado de títulos, histórias e muitos outros acontecimentos que ficará para sempre na história do clube.

Desde esse dia, no qual milhares de benfiquistas se deslocaram à Luz para homenagear aquele que é, para muitos, o melhor futebolista português de sempre, multiplicaram-se as homenagens ao antigo avançado.

A estátua de Eusébio foi local de peregrinação. Para preservar cachecóis, camisolas e cartazes que muitos lá depositaram, Luís Filipe Vieira ordenou a construção de um mausoléu. Em 2015, o primeiro aniversário da morte do Pantera Negra coincidiu com a inauguração da Avenida Eusébio da Silva Ferreira.

A 3 de julho de 2015, o corpo de Eusébio foi transladado para o Panteão Nacional, onde figuram alguns dos nomes que ajudaram a construir a história de Portugal em todas as áreas. Até lá chegar, os lisboetas puderam-se despedir, pois o cortejo passou por várias zonas da capital.

Por João Soares Ribeiro e Pedro Ponte
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