Francisco Benitez revela o que disse a Rui Costa na noite das eleições no Benfica

O antigo candidato às eleições do clube encarnado, em entrevista ao 'Bola na Rede'

• Foto: Paulo Calado

Francisco Benitez revelou esta quarta-feira a "curta, mas simpática" conversa que teve com Rui Costa via telefone assim que viu "que a votação dificilmente fugiria" das mãos do 'Maestro'.

"Quando vi que a votação dificilmente fugiria ao facto de Rui Costa ser eleito presidente, peguei no telefone, liguei-lhe, dei-lhe os parabéns e desejei as melhores felicidades. Disse-lhe que o sucesso dele era a minha alegria porque eu, enquanto benfiquista, se ele tivesse sucesso era sinal que eu teria imensas alegrias. Desejei-lhe as melhores felicidades do Mundo para gerir o nosso Benfica e levá-lo a outro patamar. Foi uma conversa relativamente curta, mas foi simpática", atirou, em entrevista ao 'Bola na Rede'.

Questionado sobre o facto de Luís Filipe Vieira poder ter ainda algum poder no clube, o antigo candidato às eleições do Benfica, assumiu ser uma questão que todos os benfiquistas querem ver respondida, apontando para Rui Costa "a única pessoa que pode cortar esse cordão umbilical".

"Essa é a questão que todos queremos saber. Rui Costa é a única pessoa que pode cortar esse cordão umbilical. Eu tentei fazê-lo, os benfiquistas acharam, e com todo o respeito, que não deveria ser eu a fazê-lo e sim o Rui Costa. Agora vamos ver se Rui Costa quer cortar esse cordão umbilical e aplicar uma mudança completa de tudo aquilo que tem sido feito até hoje, quer ao nível da transparência quer ao nível da democracia e da ambição desportiva. Caberá a Rui Costa dizer se vai cortar esse cordão umbilical. Não sei se conseguirá fazer isso de uma forma muito acelerada, eu gostaria de o fazer. Houve uma discussão acesa entre nós. Ele disse que teve a ideia do regulamento eleitoral e quem esteve na AG sabe muito bem que não foi assim. Foi impelido a fazer. Tiveram de terminar a AG sem aprovar o regulamento. Acabou por se fechar aquilo à pressa. A direção ficou sem saber o que fazer o que se fazer, não levando qualquer proposta. Nas reuniões foi sobre a nossa proposta que se trabalhou. É como pegar no trabalho de um colega meu, mudar uma vírgula ou duas e dizer no final que eu é que posso apresentar o trabalho. Não me pareceu muito justo. O regulamento não aparece por ordem e graça do Espírito Santo. Houve muito trabalho de muita gente, nomeadamente o João Pinheiro e o João Leite. Mereciam, no mínimo, da parte do Rui Costa, o reconhecimento", concluiu.

Por Record
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