John Textor: «A dívida é má, mas se vier de mim, pode pelo menos ser barata...»

Empresário compromete-se a adquirir as obrigações que eventualmente faltem do empréstimo obrigacionista

• Foto: Getty Images

John Textor revelou num comunicado emitido no seu site oficial ter enviado esta quinta-feira um email à direção do Benfica onde apresenta a sua proposta melhorada para a entrada no capital social da SAD das águias, revelando estar pronto para viajar para o nosso país na próxima quarta-feira. A ideia do milionário norte-americano passa por discutir todas as suas propostas e oferecer ajuda "antes da AG da próxima semana, que aparentemente terá um ponto para cancelar" a sua proposta de investimento. Textor diz que os encarnados "têm todo o direito para dizer que não e escolher outro caminho, mas rejeitar uma proposta baseada num rumor e insinuações simplesmente não é uma boa maneira de lidar com os negócios do povo."

"Pedi à direção do Benfica para parar de fazer jogos com a definição de que sou uma entidade concorrente e apoiar, com antecedência, a minha aquisição das ações do Sr. Santos. O artigo 13, secção 4, dos estatutos foi criado para garantir que o Sporting não se tornava acionista. Não foi criado para impedir que investidores públicos entrem no Benfica, por simplesmente terem um amor pelo futebol, com investimentos ou atividade no desporto que claramente seriam positivos para o Benfica, ou como uma ferramenta da vossa direção para de forma arbitrária decidir quem pode desafiar as suas ideias".

Textor compromete-se a "comprar as ações de qualquer accionista que queria sair ou que a direção queira que saia" e garante que nunca utilizará as suas ações para voltar contra as pessoas do Benfica. "Estou a comprar a vontade do povo e vou comprometer-me com isso para o resto da minha vida de ligação ao clube", assegura o empresário, que por outro lado se compromete a "adquirir imediatamente as obrigações que faltam do empréstimo obrigacionista", segundo sabe "por um rumor, pode estar em perigo".

"Seja qual for a parte que não for comprada eu financiaria imediatamente a diferença, para que o clube possa levar um novo impulso para a nova época com todos os recursos necessários para ser bem sucedido na competição. Se por alguma razão não houver investidores que se comprometam a financiar a emissão de obrigações, com uma taxa de juro de 4,75%, financiarei a totalidade da emissão de obrigações de 55 milhões de euros a uma taxa de 3%. A dívida é má, mas se vier de mim, pode pelo menos ser barata... Pois o Benfica devia deixar de pedir dinheiro emprestado (50 milhões de cada vez). O Benfica deveria angariar 200 milhões de euros numa cotação na bolsa de Nova Iorque", acrescenta Textor.

Por Record
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