Leitura da sentença do caso E-Toupeira adiada devido à greve dos oficiais de Justiça

Paulo Gonçalves, Júlio Loureiro e José Augusto Silva são os arguidos

A leitura da sentença do processo E-Toupeira foi novamente adiada. Foi a quarta vez que isso sucedeu. A greve dos oficiais de Justiça impediu que a decisão fosse conhecida esta quarta-feira. Não ficou agendada nova data. "Não importa ser célere, importa ser justa", disse Paulo Gonçalves à saída do Campus de Justiça.

Paulo Gonçalves, antigo assessor jurídico do Benfica e principal arguido do processo, foi julgado por 50 crimes. O funcionário judicial José Augusto Silva respondeu por 74 e o oficial de justiça Júlio Loureiro por 47 crimes. Em julho do ano passado, o Ministério Público pediu condenação para os três arguidos. A SAD do Benfica escapou a julgamento, quer na Instrução, quer na Relação. Isto apesar do juiz Rui Teixeira ter dado como provado que Paulo Gonçalves atuou em nome da sociedade encarnada e no interesse desta.

O caso foi desencadeado por uma denúncia anónima em setembro de 2017, alertando para a existência de uma ‘toupeira’ no Campus da Justiça, que facultava informação ao Benfica. O julgamento arrancou quatro anos depois. 
Por Record
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