O que ficou (e o que não ficou) provado no processo contra Vieira

Presidente dos encarnados suspenso por 60 dias

• Foto: Hugo Rainho
O depoimento de João Ferreira, vice-presidente do Conselho de Arbitragem (CA) da FPF, no processo que culminou com a suspensão de 60 dias de Luís Filipe Vieira, teve "valor acrescido", pode ler-se no acórdão do Conselho de Disciplina (CD), a que Record teve acesso.

O antigo árbitro, de 49 anos, foi o alvo da insatisfação do líder benfiquista, de 67, pela arbitragem de Manuel Oliveira no encontro com o V. Setúbal (1-1), na segunda jornada do campeonato, no Estádio da Luz.

O CD deu como provado que Vieira proferiu as frases "tinha roubado 3 penáltis aos Benfica na época passada" e "o Benfica já tinha sido roubado na época passada pelo árbitro em causa". Essas afirmações, que formulam "juízo depreciativo e injurioso que viola a dignidade e a honra profissionais", são "inequivocamente descritas e confirmadas por João Ferreira e Luciano Gonçalves", presidente da APAF e testemunha do primeiro, pois acompanhou "todo o percurso de saída".


Factos não provados:

"Se querem que eu faça guerra, então vão tê-la";
"Isto é um escândalo, é um autêntico roubo"

Factos provados:

LFV questionou "porque tinham nomeado este árbitro para dirigir o Benfica";
"Árbitro tinha roubado 3 penáltis ao Benfica na época passada";
Quis saber qual era "o critério de escolha do árbitro";
"O Benfica já tinha sido roubado na época passada pelo árbitro em causa"  

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Por Nuno Martins e Vanda Cipriano
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