Passados os 200 milhões com o Seixal

Centro de estágios continua a render...

• Foto: David Martins
A venda de Lindelöf ao Manchester United faz com que a contabilidade do Benfica em relação a jogadores que atuaram nos escalões jovens das águias e que passaram pelo Campus do Seixal ultrapasse os 200 milhões de euros.

O primeiro grande negócio das águias, neste capítulo, foi André Gomes, em 2014. O português fez grande parte da formação no FC Porto e Pasteleira, mas foi nos juniores do Benfica, em 2011/12 (26 jogos), que deu nas vistas.

Ao médio, que ainda rendeu mais-valias de 2,5 M€ quando chegou ao Barcelona, seguiu-se Bernardo Silva, que foi vendido ao Monaco por 15,75 milhões de euros - também ele viria a motivar um encaixe suplementar.
Esta é uma política assumida por Luís Filipe Vieira em relação à formação do centro de estágio. O presidente do Benfica quer que o Campus seja uma escola de jogadores e fonte de rentabilidade.

A exceção, neste caso, vai para Jan Oblak, que apesar de ter chegado à Luz com 16 anos, nunca jogou nos juniores, tendo sido cedido na primeira época ao Beira-Mar, pelo que os 16 milhões de euros da venda ao Atlético Madrid não entram nestas contas.

Só neste defeso, e com as vendas de Ederson e Lindelöf, as águias já negociaram 75 milhões de euros [apesar do encaixe ser inferior, depois de acertadas as contas com o Rio Ave e com o Vasteras], um valor que promete subir com outras vendas que estão perspetivadas, como é a de Nélson Semedo.
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