Rui Vitória não precisa de "dar quatro berros"

As "técnicas" do treinador quando as coisas não correm bem

• Foto: Miguel Barreira

Um treinador amigo e próximo dos jogadores, mas frontal. É assim que quem trabalhou com Rui Vitória recorda o agora treinador do Benfica. Há uns meses criticado, quando os bicampeões nacionais tinham um atraso considerável para o Sporting, hoje o técnico vive momentos de alegria, pela liderança isolada do campeonato e pela qualificação para os quartos-de-final da Ligados Campeões, a que se junta a meia-final da Taça CTT.

Alegre, amigo e conversador, atributos escolhidos por Paulo Sousa, Rui Vitória sabe quando "elevar o tom de voz". "Acredita no que faz e diz aos jogadores para acreditarem. Mas como é muito inteligente, pressente quando lhe querem tirar o tapete e eleva o tom de voz, sem que tenha de dar quatro berros. Nota-se quando não está a gostar", diz o agora adjunto de José Mota.

No mesmo sentido vão as palavras de João Alves. "É frontal com os jogadores e e diz-lhes o que tem a dizer. Quando as coisas não corriam bem, dava um abanão. Dava um murro na mesa! Puxava por nós!", reforça o antigo médio.

Leia o artigo na íntegra na edição impressa e em Record Premium

Por Miguel Belo e Nuno Martins
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