Veiga terá pagado favores a Rangel com apoio financeiro na candidatura ao Benfica

'Correio da Manhã' fala em favores do juiz em processos judiciais

• Foto: Pedro Simões
O 'Correio da Manhã' avança este sábado que a relação de José Veiga com Rui Rangel, e todo o apoio financeiro que o empresário deu ao juiz desembargador na corrida à presidência do Benfica, em 2012, quando concorreu contra Luís Filipe Vieira, tem um interesse extradesportivo. Escreve o diário da Cofina que "visou pagar favores ao magistrado por intervenções, diretas ou influenciando colegas, em processos a correr contra Veiga, nomeadamente fiscais".

O financiamento da campanha é assim considerado crime de corrupção ou tráfico de influências, diz o CM, enquadramento que apanha por branqueamento Fernando Tavares, atual vice-presidente do Benfica e ex-diretor da campanha de Rangel. Tavares é arguido na operação Lex por suspeita de ter ajudado a 'lavar' dinheiro para o juiz.
Veiga, que mais tarde foi apanhado a transferir 300 mil euros para Rangel – através de testas de ferro –, recorda o CM, "foi o próprio quem confirmou à Justiça, em 2016, que, à mesa do Hotel Ritz, pediu a Rangel que o ajudasse a resolver o processo tributário que sobre ele corria decorrente do caso João Pinto, em que fora condenado por fraude fiscal – e o juiz anuiu. Em troca, queria ter apoio financeiro para uma futura candidatura ao Benfica".

Rui Rangel concorreu em 2012 à presidência do Benfica contra Luís Filipe Vieira, ato eleitoral que resultou reeleição do atual presidente, com 83% dos votos.
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