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A crónica do Boavista-Famalicão, 1-2: Rajada minhota anestesiou xadrez
O primeiro golpe (57’) contra a corrente nasceu de um pontapé longo do guardião Luiz Júnior a solicitar a profundidade de Iván Jaime na ala direita. O criativo espanhol dominou a bola em velocidade, fez a diagonal, simulou um drible sobre Malheiro e sofreu o penálti que converteu.
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Muitas vezes o futebol é ingrato ao ponto de não premiar quem mais fez para ganhar, só que o pragmatismo do Famalicão não pode ser desconsiderado em função da falta de eficácia que limitou as aspirações de um Boavista ágil a assumir a iniciativa, mas que também só mostrou as garras após o descanso.