A crónica do P. Ferreira-Benfica, 0-2: gerar esperança num adeus sofrido

Henrique Araújo lançou o jogo e sentenciou-o antes do intervalo. As águias trataram do futuro

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A crónica do P. Ferreira-Benfica, 0-2: gerar esperança num adeus sofrido
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Na despedida melancólica de 2021/22, o Benfica preferiu lançar as bases do futuro; em vez de aproveitar o momento para expressar a revolta ou carpir mágoas pelo insucesso, as águias transformaram o adeus numa evidente manifestação de esperança. Os adeptos encarnados marcaram presença, como se em jogo estivesse algo de verdadeiramente importante, e Nélson Veríssimo apostou na juventude (Tomás Araújo, Morato, Sandro Cruz, Paulo Bernardo, Tiago Gouveia, Henrique Araújo, Martim Neto e Diego Moreira) manifestando confiança no futuro. Nesse sentido, mais relevante do que a vitória foi a expressão prática de alguns dos novos jogadores, Henrique Araújo acima de todos (fez os dois golos), mas também de Tomás Araújo e Tiago Gouveia, que mostraram estar na rampa de lançamento de uma carreira e já no comboio encarnado.

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