A crónica do Rio Ave-Sporting, 0-1: As musas salvaram o leão desinspirado

Depois do intervalo foi um pouco diferente. O duelo animou, a começar pela primeira séria ocasião de golo - Boateng, isolado, permitiu a defesa de Adán (53’). O Sporting foi crescendo com o aproximar do fim do jogo

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A crónica do Rio Ave-Sporting, 0-1: As musas salvaram o leão desinspirado
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Foi no limite: um Sporting sem soluções coletivas e individuais para exercer superioridade sobre o adversário, e menos ainda para a traduzir no marcador, foi salvo pelas musas da inspiração que, acordando tarde mas a tempo, permitiram salvar o essencial que era a vitória. Se a hora e meia em Vila do Conde parecia condenada ao esquecimento, tal a escassa qualidade do futebol exibido, um momento reverteu esse destino, fazendo-a aceder à eternidade: o golo decisivo foi assinado pelo jovem Chermiti, o primeiro de sempre na equipa principal do Sporting. Por isso, o pobre espetáculo de ontem garantiu lugar na memória dos adeptos, principalmente os sportinguistas, como o jogo em que o miúdo se estreou a marcar.

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