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A dança verde e branca foi solitária. Os leões dominaram por inteiro e o jogo só dependeu deles
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Um golo espetacular, que entra na história da Liga pela perfeita execução de um gesto técnico raro, constituiu o ponto alto da noite de ontem no reduto sportinguista. Foi um tiro incrível de Nuno Santos, executado de ‘letra’, aquele que levantou as bancadas de Alvalade e as levou à loucura. Não se trata de um gesto desconhecido no canhoto leonino, mas aplicá-lo com repentismo, de modo inesperado e com tamanha precisão não deixa de ser um momento que o faz aceder à eternidade dos amantes do futebol e não apenas dos adeptos verdes e brancos. A esse momento de pura magia, o Sporting acrescentou hora e meia de competência em cada etapa do jogo: criou condições para se adiantar no marcador; tentou dilatar a vantagem e geriu a partir do momento em que não teve dúvidas quanto à vitória, perante um Boavista apático, desinspirado, sem soluções, muito distante da equipa que já teve momentos de grande fulgor na presente época.
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