Arouca é a 13.ª equipa a mudar de treinador

Só não houve mexidas em Benfica, FC Porto, Sporting, V. Guimarães e V. Setúbal

• Foto: Ricardo Jr.
O Arouca tornou-se na sexta-feira a 13.ª de 18 equipas da Liga NOS a mudar de treinador, depois de anunciar a saída de Lito Vidigal para os israelitas do Maccabi Telavive.

Depois de ter levado o Arouca a uma histórica qualificação para a Liga Europa na última temporada, Lito Vidigal deixa esta temporada a equipa num tranquilo 10.º lugar.

Além de Lito Vidigal apenas Jorge Simão deixou um clube sem ser alvo de uma chicotada psicológica, quando se mudou do Desportivo de Chaves para o Sporting de Braga, para o lugar de José Peseiro, após a eliminação na Taça de Portugal.

Nos trasmontanos, após 13 jornadas no comando, Jorge Simão foi substituído por Ricardo Soares.

O último treinador a ser despedido na Liga NOS tinh
a sido Petit, substituído por Pepa no Tondela, que era na altura o lanterna-vermelha, após 16 rondas.

Pepa tinha iniciado a época no Moreirense, tendo sido substituído após a 10.ª jornada por Augusto Inácio.

Antes de Petit, Nuno Manta Santos e Predrag Jokanovic tinham sido oficializados como treinadores das equipas principais de Feirense e Nacional, respetivamente.

Nuno Manta Santos, que foi interino nos jogos com Paços de Ferreira e FC Porto, substituiu José Mota, enquanto Jokanovic regressou para substituir Manuel Machado.

Machado orientava o Nacional desde 2012 e deixou o clube insular no primeiro lugar acima da zona de despromoção, em igualdade pontual com o Moreirense, penúltimo classificado, e com apenas mais um ponto do que o Tondela.

Duas semanas antes, José Mota tinha sido despedido do comando técnico do Feirense.

Antes, tinha sido Carlos Pinto a sair do Paços de Ferreira, na 11.ª jornada, tendo os castores anunciado entretanto Vasco Seabra, que era adjunto do técnico anterior, para o comando até final da temporada.

Nuno Capucho deixou o Rio Ave, por mútuo acordo, após uma derrota com o Boavista, por 2-1, na 10.ª ronda, com Luís Castro, ex-treinador do FC Porto B, a assumir o comando dos vila-condenses.

O primeiro treinador a sofrer uma chicotada psicológica foi o brasileiro Paulo César Gusmão, que deixou o Marítimo à quinta jornada, duas rondas antes de o espanhol Julio Velázquez e de o boliviano Erwin Sanchez saírem de Belenenses e Boavista, respetivamente.

Com a saída de Lito Vidigal, apenas Benfica, FC Porto, Sporting, Vitória de Guimarães e Vitória de Setúbal ainda não mudaram de treinador

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