Maniche apostava em Raúl José

Ex-médio recorda convivência com adjunto do Sporting e Rui Vitória

Eis o Alverca em 1996/97: Sampaio, Vasco, Raúl José, Vladimir, José Soares, Akwá (em cima), Nélson Morais, Cid, Sousa, Ramires e Vitória (em baixo)
• Foto: Arquivo/Teresa Monserrat

No papel de capitão, Raúl José não tinha quaisquer problemas em colocar-se na linha da frente para liderar as ‘tropas’ do Alverca. Afinal de contas, tratava-se de um plantel bastante jovem. Também por isso, Maniche acreditava que o agora adjunto de Jorge Jesus era quem estava mais talhado para as funções de treinador principal. "Olhas para o Raúl e pensas que ele pode ser um líder, mas pode faltar-lhe o resto. Talvez nunca se quis assumir como treinador e abdicou daquilo que se calhar gostava de ser por ter uma amizade com Jorge Jesus. Não sei se isso o limitou. Acreditava mais que o Raúl ia ser treinador por causa da sua personalidade", revela o ex-médio.

Ainda assim, Maniche respeitava Rui Vitória. Bastava um olhar: "Não o via como um líder pela personalidade e pelo professor que era. Continha-se um pouco mais. Mas o líder não é o que grita e fala mais alto. O líder pode ser discreto e às vezes basta um olhar para ser respeitado. O Rui é assim."

Mas o passado para trás ficou e Bruno Basto acredita que o cenário já não vai mudar agora. Raúl José está no papel de ‘pêndulo’ e de lá não vai sair. "É um eterno adjunto pelo que transmite. Faz muito trabalho que não é visível e não é tão reconhecido. Não me parece que augure ser treinador principal", admite o ex-jogador.

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