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O Nacional conseguiu finalmente a sua segunda vitória na Liga, num jogo onde foi essencialmente eficaz...
O Nacional conseguiu finalmente a sua segunda vitória na Liga, num jogo onde foi essencialmente eficaz no aproveitamento de uma das oportunidades que criou. Marco Matias teve a frieza necessária no momento certo, contrastando com tudo o que se viu no resto do jogo, em especial por parte da Académica, que até um penálti desperdiçou.
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As duas equipas necessitavam de pontos e esperava-se uma resposta adequada. E o jogo até prometeu, face a uma primeira fase com boa dinâmica de parte a parte. A Briosa dispôs logo a abrir de um ensejo flagrante, daqueles que podem decidir um jogo, mas Ricardo Nascimento não foi competente da marca de penálti, rematando por cima. Apesar desse contratempo, nos primeiros 20 minutos a equipa de Paulo Sérgio foi capaz de construir dois ou três lances de perigo, mas não foi eficaz no último terço.
O Nacional conseguiu então soltar-se e surgiu mais pressionante junto da área contrária, embora sem revelar grandes ideias e vivendo sobretudo de rasgos individuais. Mário Rondon (36’) fez o único remate enquadrado com a baliza, mas Cristiano segurou bem. Ainda antes do intervalo, foi o veterano Lino a testar o guardião dos madeirenses, num livre da direita defendido com dificuldade.
Velocidade. A atitude da equipa de Manuel Machado mudou depois do descanso. Aumentou a velocidade, explorando fundamentalmente o flanco direito, e em três minutos conseguiu criar três lances de perigo, mais do que em toda a primeira parte. Rondon, Matias e Zainadine estiveram perto do golo, com a particularidade de este último ter visto Capela salvar sobre a linha. A entrada de Willyan – saiu Miguel Rodrigues e Ghazal recuou para central – aumentou a disposição ofensiva da equipa da casa e o ansiado golo alvinegro acabou por aparecer através de Marco Matias, que aproveitou uma assistência de Gomaa, escapou-se à marcação de Iago e não perdoou.
Paulo Sérgio procurou reagir e colocou em campo Schumacher, ganhando finalmente peso e altura na área contrária, onde faltava de facto uma referência. Em diversos momentos, os estudantes conseguiram ter mesmo muitos homens na frente, mas não houve discernimento nem poder de fogo na hora da verdade. Na reta final do jogo, já com Marcos Paulo em campo, a Académica arriscou tudo, encostando o Nacional às cordas, mas os insulares souberam sofrer e guardar a preciosa vantagem, pese embora alguns sustos. Manuel Machado, que aproveitou ainda para estrear o jovem Edgar Abreu, voltou a sorrir no campeonato.
MOMENTO
O golo do Nacional, a coroar uma fase de pressão dos madeirenses, que entraram para a segunda metade a todo o vapor. Matias reforçou o estatuto de melhor marcador da equipa.
NÚMERO
50 De acordo com as estatísticas oficiais, a posse de bola foi repartida: 50/50. O Nacional teve mais bola na primeira metade (62 por cento), mas a Briosa equilibrou depois do intervalo.
HOMEM DO JOGO
Marco Matias. Sem ter sido brilhante, merece o destaque por ter encontrado o caminho das redes. Rápido e vertical, aproveitou bem a oportunidade.
ÁRBITRO
Jorge Sousa (3). Se disciplinarmente foi exemplar, não esteve tão bem do ponto de vista técnico. Acertou no penálti de Marçal sobre Aderlan. Dúvidas numa possível mão de Capela (37’).
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