O Benfica-Sp. Braga visto à lupa: Fuga para a vitória

Águia marca em transição ofensiva como tanto gosta

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O regresso de Chiquinho à titularidade, o que conduziu Florentino ao banco, foi a novidade promovida por Roger Schmidt em relação ao triunfo em Barcelos. Se Aursnes se manteve como lateral-direito, arcando, várias vezes, posicionamentos mais baixos [1,2], os falsos-alas mudaram o ponto de partida [1,2]. Enquanto o destro João Mário saía da direita para o corredor central [1,2], o canhoto Neres partia da esquerda, promovendo trocas posicionais – entre a largura e as incursões interiores – e associações permanentes com Grimaldo [1,2,3]. Já o Braga, ao contrário do que sucedeu em ocasiões anteriores nos embates de maior grau de dificuldade, não promoveu nenhum ajuste estrutural, mantendo-se fiel ao 4x4x1x1 [1,2,3]/4x2x3x1, com Racic a assumir a hercúlea missão de substituir o nuclear Musrati.   

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