O Casa Pia-FC Porto visto à lupa: Dragão bateu na muralha

A partir dos 60 minutos, FC Porto criou oportunidades em catadupa

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Sérgio Conceição repetiu, ante o Casa Pia, o onze que goleou o Arouca. Fiéis ao 4x4x2, com Taremi e Veron no ataque, os dragões voltaram a sobressair pela mobilidade abrasiva das suas unidades, asseverando a elasticidade estrutural que subtrai referências aos rivais. Por isso, o primeiro quarto de hora pertenceu ao FC Porto, pressionante e reativo à perda, o que retirou bola aos gansos, com arduidades para estabelecerem ligações com sucesso, e agressivo na chegada a zonas de finalização, privilegiando as investidas pela esquerda. É que os portistas, instalados com bola no meio-campo oponente – que defendia em 5x4x1 [1] –, expuseram a habitual riqueza nos processos de construção. Assim, alternaram saídas através dos dois defesas-centrais [1], o que abonava que Taremi e Otávio se soltassem nas entrelinhas [1], enquanto Veron e Galeno se assumiam como lanças na profundidade [1], competindo a João Mário e Wendell oferecerem largura [1], com saídas a três, ora fixando Wendell, o que abria Galeno na esquerda, ora baixando um dos médios.

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