O Rio Ave-Sporting visto à lupa: Um golo no deserto

Os 16 pontos perdidos nas 9 deslocações realizadas neste campeonato voltaram a exibir um Sporting ansioso na etapa inicial em Vila do Conde.

Seguir Autor:

Logo Record premium Este conteúdo é exclusivo para assinantes Record Premium Assine Já Se já é assinante faça login
Adicione como fonte preferencial no Google

Os 16 pontos perdidos nas 9 deslocações realizadas neste campeonato voltaram a exibir um Sporting ansioso na etapa inicial em Vila do Conde. O que se fez sentir nas amplas arduidades que os leões expuseram para instituírem ligações bem-sucedidas desde trás, com vários passes equivocados e uma míngua de criatividade para penetrar no bloco adversário e chegar com qualidade, tanto pelo espaço interior como exterior, ao último terço. Não se deve, contudo, subtrair mérito ao Rio Ave, belicoso na pressão e bem organizado em momento defensivo, alternando entre o 5x4x1 [1] e o 5x3x2, mas também com vontade de ter bola para procurar ferir o oponente. O que não abichou, como atesta o nulo de remates enquadrados na primeira parte, ainda que tenha sabido tirar partido da superioridade que criava na zona central do terreno [2], fruto do posicionamento de Baeza, como terceiro-médio, próximo de Guga e mais alto do que Samaris, o que criava desconforto em Ugarte e em Morita [2]. Já o Sporting, mesmo quando se conseguiu instalar com bola no meio-campo ofensivo, desdobrando-se no habitual 3x2x5 [1], acusou, de forma excessiva, previsibilidade, o que também resultou num nulo de remates enquadrados. Ainda assim, Amorim procurou surpreender com movimentos à largura de Ugarte sobre a direita [1], fixando Morita no espaço central, acompanhado por um posicionamento mais baixo de Edwards nas costas da linha média rival [1], espaço onde a bola raramente entrou com qualidade.

Deixe o seu comentário

Últimas Notícias

Notícias
Newsletters RecordReceba gratuitamente no seu email a Newsletter Premium ver exemplo
Ultimas de Liga Betclic Notícias
Notícias Mais Vistas