O Sporting-FC Porto visto à lupa: Azul elétrico

Vingou a elasticidade tática dos dragões

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Foi um clássico que se escreveu por linhas eletrizantes. O Sporting, sem o nuclear Morita, recuou Pote para médio-centro [2], reconstituindo o ataque com Edwards e Trincão no apoio a Chermiti [2]. Amorim também introduziu novidades nos corredores laterais, com Bellerín, à direita, e Fatawu, opção surpresa à esquerda, a desempenharem o papel de alas largos e profundos [2], cruciais para proporcionarem o desdobramento, em momento ofensivo, em 3x2x5 [2]. Só que o papel sombrio de Trincão, desinspirado com e sem bola, não inibiu o treinador dos leões de o substituir aos 34 minutos, lançando Paulinho. O que permitiu que os verde-e-brancos assumissem desdobramentos mais próximos do 3x3x4 [1], com Edwards e Pote, como interiores à frente de Ugarte, a perscrutarem as costas de Grujic e de Uribe [1], apoiando Paulinho e Chermiti [1], sempre com Bellerín e Fatawu como referências à largura [1].

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