Plantel portista sector a sector

A análise do que já foi feito

• Foto: José Moreira

Defesa. Enquanto as laterais surgem compostas com Maxi, Varela, Alex Telles e Miguel Layún, o eixo vai obrigatoriamente mudar. Com Indi de saída, Nuno vai promovendo a conexão possível entre Felipe e Marcano, mas o espanhol continua a errar e a chegada de um reforço para a posição é inevitável, já que Chidozie e Reyes também não conferem a segurança desejada. O FC Porto ainda sondou Bruno Alves, mas o negócio não avançou.

Meio-campo. Ainda à espera de Danilo Pereira, é pouco provável que o sector intermediário venha a ser reforçado. Mas não é impossível. Tudo vai depender da chegada de propostas convincentes que possam levar Héctor Herrera ou mesmo Rúben Neves para outras paragens. Se isso não acontecer, então a ordem será para cortar, sendo que Nuno tem à sua disposição médios para todos os gostos e feitios.

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Ataque. Em dois jogos à porta aberta, o FC Porto apenas marcou dois golos, ambos frente ao Osnabrück, do 3.º escalão alemão. O problema da finalização foi o primeiro a ser identificado e o reforço da posição ‘9’ mantém-se como primordial. O ex-São Paulo, Jonathan Calleri, e o brasileiro da Real Sociedad, Jonathas, são alvos definidos. Todavia, face à pouca produtividade dos extremos, sobretudo Hernâni e Corona, pode chegar mais um reforço para o sector.

Por Nuno Barbosa. Arnhem. Holanda
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