Rigor no mercado mantém-se

Apesar do aumento da margem de manobra em termos financeiros

Não obstante a margem de manobra financeira que a sociedade azul e branca resgata com este adiantamento de 100 milhões de euros, as diretrizes internas existentes, de um investimento rigoroso e disciplinado, nomeadamente no mercado de transferências, não se alteram.

Desde logo porque esse é um imperativo do acordo feito com a UEFA para a reentrada num plano de cumprimento do fair play financeiro. Tal como Fernando Gomes, administrador da SAD, revelou a 11 de maio, por altura do lançamento do mais recente empréstimo obrigacionista, o FC Porto tem de apresentar um balanço positivo na rubrica relativa a transações com passes de jogadores: encaixar um valor maior do que aquele que investe. De resto, este era já um desígnio da sociedade, evidente no momento em que apresentou o orçamento para 2017/18, no qual estipulou para aquele parâmetro o já conhecido lucro de 55 milhões de euros.

Sem a pressão asfixiante sentida na temporada agora finda, é provável que, de acordo com as informações recolhidas por Record, em 2018/19 a massa salarial da SAD, ainda que mais reduzida, venha a estar em patamares semelhantes aos desta época. Para já, no Relatório e Contas do 1º semestre, os gastos com pessoal perfaziam um total de 38 milhões de euros.

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