Rui Almeida: «É frustrante sair da Madeira com uma derrota»

Declarações do técnico do Gil Vicente após o encontro com o Nacional

• Foto: Luís Vieira/Movephoto

O Gil Vicente averbou a quarta derrota consecutiva no campeonato ao perder (2-1) na Madeira diante do Nacional. Na análise ao encontro, o técnico dos gilistas defendeu que a sua equipa merecia, no mínimo, o empate.

"Indubitavelmente que é frustrante sair da Madeira com uma derrota. Independentemente do resultado que estivesse no fim, nunca poderia ser uma derrota para nós. Os resultados são sempre justos, porque quem marca vence e ponto final. Sou muito pragmático nessas coisas, mas perante aquilo que se passou no jogo, o mínimo que tinha era acabar empatado, mas empatado com mais golos. Se tivéssemos marcado os penáltis e as ocasiões que tivemos, teria de ser 2-2 no mínimo, mas o futebol é assim e ponto final. É olhar para a frente, corrigindo aquilo que falta, mas manter a muita coisa boa que fizemos no jogo. Temos de fazer as correções devidas, mas manter isso", afirmou Rui Almeida, em conferência de imprensa.

Golo ao cair do pano

"Todos os treinadores do mundo vão dizer a mesma coisa, é inevitável. Sofrer um golo em qualquer momento do jogo não é bom, mas temos tempo de resposta, mas sofrer no último segundo não nos dá tempo de resposta."

Falta de eficácia

"O mais importante é que construímos volume de jogo suficiente para que o resultado na primeira parte fosse completamente distinto, mas os jogos constroem-se em noventa minutos. Tínhamos de ser mais eficazes e matar o jogo aí e depois construir um outro jogo na segunda parte. Tínhamos de agarrar o jogo, continuando a jogar e a criar situações de perigo, para que tivéssemos a oportunidade de fazer mais golos.

"O Nacional não queria, certamente, entrar na primeira parte como entrou, mandámos no jogo em toda a primeira parte. Nos primeiros vinte minutos houve alguma divisão no jogo, mas depois o jogo foi nosso, tivemos ocasiões e os penalties, mas não os fizemos. Na segunda parte, é verdade que o Nacional entrou melhor, mas não poderíamos ter baixado a pressão. A pressão feita pelo Renan, pelo Lourency e pelo Antoine até que saíram, porque essa pressão limitou o Nacional na construção. Sabíamos que o Nacional gosta de sair em construção e o Rúben é muito importante nessa fase. O Rúben não o conseguiu fazer na primeira parte, o jogo do Nacional ficou muito limitado e partir daí, nós fomos sucessivamente criando ocasiões de golo, mas os jogos são para marcar golos. Não há que fazer festinhas no jogo, há que matar os jogos.

Ausência de Samuel Lino

"O Lino manteve um contacto de risco ao nível do covid-19 e nós colocámo-lo à parte para não colocar ninguém em perigo."

Por Record com Lusa
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