Salvador sobre a requalificação do 1.º de Maio: «Adeptos merecem estádio apelativo»

Projeto de requalificação do velho recinto foi apresentado à CM Braga e custa 60 milhões de euros

• Foto: José Reis/Movephoto
À margem da apresentação da sua recandidatura, António Salvador falou sobre o Estádio Municipal de Braga e a ambição já assumida pelo próprio presidente de regressar ao Estádio 1.º de Maio no futuro. O jornal Correio da Manhã noticiou o projeto em causa, que implicará uma verba a rondar os 60 milhões de euros.

"[O Municipal] Não é o melhor para os adeptos. No futuro iremos encontrar uma solução para que os nossos adeptos consigam ter um estádio em condições, apelativo, em condições para as famílias, sócios e adeptos puderem utilizar e ver o seu clube", apontou Salvador, confrontado com declarações de que Ricardo Rio, o presidente da Câmara Municipal, teria recusado o projeto.

"Há certamente um equívoco do senhor presidente porque queremos conservar todo o rico património que o Estádio 1.º Maio tem. Foi esse o projeto que apresentámos, mas isso não depende agora de mim. Os sócios e adeptos e cidade têm de decidir. O que apresentámos é que a requalificação não seria custeada pela Câmara, era toda suportada pelo Sp. Braga. Os nossos adeptos merecem um estádio diferente daquele que têm", acrescentou.

"Em dezembro foi apresentado ao senhor presidente da Câmara um estudo que foi trabalhado durante um ano, andámos a auscultar os sócios, adeptos, tecido empresarial, toda a sociedade para perceber o que era melhor para o estádio. O estádio onde estamos hoje não serve porque não está direcionada para a vertente desportiva, da emoção, de um jogo de futebol, antes para conquistar prémios de arquitetura. Quem manda são os sócios e isso aconteceu recentemente com a Superliga", apontou Salvador.

"Aquela auscultação foi muito clara, contratámos arquitetos que fez a Cidade do Futebol, uma empresa consultora para a construção de estádios e foi apresentada uma requalificação para o 1.º de Maio, mantendo todo o património que lá está, demolindo apenas as bancadas e a parte interior. Se querem assistência terá de ser assim. Além disso, criar uma centralização com o Parque da Ponte e o Picoto, um grande parque verde com 60 hectares de terreno, bem como uma pista de atletismo [nas Camélias]. A partir daqui está nas mãos do senhor presidente e estou em crer que a autarquia reconhece que o atual estádio não é o melhor para os adeptos, para as famílias verem o seu clube", acrescentou.

(notícia atualizada às 19h23)
Por André Gonçalves e José Mário
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