Silêncio sepulcral no balneário após o empate no Bonfim

Não houve espaço à troca de ideias sobre o que se passara antes no relvado

• Foto: Lusa

A adversidade bateu à porta dos verdes e brancos - e até de forma cruel, dado que o golo sadino surgiu já aos 90’+4, de penálti. Com efeito, logo após o apito final de Fábio Veríssimo ninguém foi capaz de disfarçar o desalento face ao 1-1 em Setúbal.

Enquanto uns se mostravam cabisbaixos, de mãos na cara ou na cintura, outros como William, Mathieu, Acuña e o próprio Coentrão seguiram diretos para o túnel, acabando por não saudar os adeptos. Já no balneário, e segundo Record apurou, não houve espaço à troca de ideias sobre o que se passara momentos antes no relvado. Pelo contrário, reinou um silêncio ensurdecedor e prolongou-se o sentimento de incredulidade pelo empate, naquela altura até de certa forma encarado como se de uma derrota se tivesse tratado, tal e qual Jorge Jesus sublinhou na conferência pós-jogo.

Por Alexandre Moita e Ricardo Granada
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