Bruno de Carvalho e a AG destitutiva: «Os votos saíram em sacos do lixo...»

Ex-presidente deixa ainda críticas a Jaime Marta Soares pelo seu comportamento nesse dia

• Foto: Tiago Sousa Dias

Bruno de Carvalho guarda alguma mágoa por ter saído do Sporting por via de uma Assembleia Geral de destituição, cujo modo como decorreu ainda hoje lhe suscita algumas dúvidas.

"Os votos saíram em sacos do lixo e Jaime Marta Soares dava indicações mesa a mesa. Porque é que uma AG desta envergadura não podia ter pessoas ligadas a nós junto das mesas para termos a certeza absoluta? Foi pedido e foi negado", lamentou o ex-presidente do Sporting numa entrevista à TVI, onde fez o balanço de cinco anos e meio à frente dos leões.

"O meu arrependimento foi o quanto prejudiquei a minha família e a ingratidão com que saio. Não com todos os sócios, mas não merecia dos sportinguistas o vexame de ser destituído e de manterem a minha suspensão. Ao dia de hoje, ainda estou com um ponto de interrogação sobre se valeu a pena. Mas o que fiz à minha família não podia ter feito. Saio com sentimento de ingratidão total", referiu.

Questionado sobre o facto de duas empresas, a Ferreira Build Power e a Camacho & Nunes, terem processado o clube reclamando cinco milhões de euros em dívidas pelo Pavilhão João Rocha, Bruno de Carvalho falou em algo "hilariante": "Se fosse a eles pedia 100 milhões. Está tudo pago. Não há qualquer dívida. Paguei as contas todas do pavilhão. A Ferreiras vir pedir dinheiro ao Sporting depois do que fez é hilariante."

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