Bruno de Carvalho: «Também poderia estar com fraturas»

Dirigente leonino garante que tinha reunião marcada para Alcochete à tarde com os jogadores

• Foto: Pedro Simões
Além de ter garantido que "não foi a administração da SAD que deu autorização" para quem quer que seja entrar na Academia, em Alcochete, Bruno de Carvalho explicou que à hora que sucedeu o ataque deveria estar igualmente na Academia, mas que "as notícias do Cashball" o impediramde chegar a horas. 

"Houve uma reunião na segunda-feira em que eu disse que nos tínhamos de nos focar num troféu que ainda podemos conquistar esta época. Perguntei aos jogadores se estavam focados e eles responderam-me que sim. Também perguntei a um jogador se ele sabia o que era virar-se a um líder de uma claque e ele respondeu-me que tinha o sangue quente. Também lhes pedi para me alertarem se houvesse ameaças. E também lhes disse que às 16 horas estaria na Academia, mas as notícias do Cashball impediram-me de chegar a horas. Eu ia lá estar também e também poderia estar com fraturas, pontos. Estou em choque. Mas quando houve ataques na Academia de Guimarães, também ninguém disse nada, porque não era o Bruno. Há muita coisa para fazer na luta contra a violência no desporto. Mas não quero acreditar que haja uma rescisão de contrato por culpa de um acto que começou involuntariamente nos jogadores", afirmou.
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