Claques do Sporting lamentam morte de Maria José Valério e concedem honras de "panteão do sportinguismo"

Juventude Leonina e Torcida Verde homenagearam autora da marcha do clube

• Foto: Ricardo Ruella

As claques do Sporting lamentaram a morte Maria José Valério, autora da marcha do clube, que morreu esta quarta-feira, aos 87 anos, vítima de covid-19, colocando-a no "panteão do sportinguismo".

A Juventude Leonina assinala que a morte de Maria José Valério "deixa o universo verde e branco de luto e mais pobre", enquanto a Torcida Verde a coloca no "panteão do sportinguismo, onde permanecerá para todo o sempre".

Ambas identificam a cantora como um dos maiores e mais valorosos símbolos do Sporting, lamentando que "o universo verde e branco" tenha ficado de luto "e mais pobre".

O dia em que Maria José Valério cantou a Marcha do Sporting na redação de Record

"E este vírus calou a grande voz que marchou ao nosso lado estes anos todos de verde e branco. Irá sempre marchar entre nós quando as nossas vozes entoarem o hino em todos os estádios e pavilhões por este país e mundo e com toda a força gritaremos para todo o sempre, tal como diz a música: Viva o Sporting", escreveu o Diretivo Ultras XXI, na sua página no Facebook, considerando que a "família fica mais pobre".

De seu nome completo Maria José Valério Dourado, nasceu em 03 de maio de 1933, na Amadora e, além da Marcha do Sporting, protagonizou êxitos como "Menina dos Telefones", "Olha o Polícia Sinaleiro" e "As Carvoeiras".

Por Lusa
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