Jorge Jesus: «O 'olhómetro' é que é a diferença de uns para os outros»

Técnico revela método empírico para avaliar se os jogadores estão "carregados"

• Foto: Luís Manuel Neves

Os jogadores que transitaram da temporada anterior estão melhor preparados do que aqueles que chegam agora a equipa. Quem o defende é Jorge Jesus, explicitando os três aspetos em que as diferenças são mais notórias: "do ponto de vista físico, do conhecimento da ideia de equipa, em todos os seus pormenores", e "em relação à intensidade".

Ora, este defasamento, reconhece o técnico, impede que os refroços, pelo menos a sua grande maioria, se imponham na equipa, pois, assegura, "até eles sentem a diferença". Este não é, porém, o único problema que preocupa o treinador dos leões. Há também jogadores, recém-chegados ou já da casa, que têm apresentado "dificuldades". Físicas, depreende-se.

Jorge Jesus aponta mesmo dois exemplos, tendo por base o jogo da Champions, com o Real Madrid: "O Marvin e o Bryan". É perante estes dados, os elementos fisiológicos fornecidos pelo clube e um outro aspeto mais empírico que o treinador decide quem entra, quem sai e quem, no fundo, vai defrontar o Rio Ave no domingo

"Passa sempre pelo último treino, porque é no último treino que analisamos o jogador, a sua forma, se ele está carregado emocional e fisicamente. Como eu costumo dizer a... 'olhómetro'! O 'olhómetro' é que é a diferença de uns para os outros. Amanhã vou ver e depois vou tomar as minhas decisões", assegurou Jesus, em conferência de imprensa.

Por João Lopes
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