Leão tenta redenção no regresso a casa

Esta noite há jogo em Alvalade com o Lyon

Alan Ruiz estreia-se hoje em Alvalade
• Foto: Fernando Ferreira 

Limpar a péssima imagem deixada na Suíça. Eis o mote leonino para o jogo de apresentação a sócios e adeptos, esta noite, em Alvalade (20h00). O estágio de Lausanne saldou-se com um triunfo, três derrotas, 14 golos sofridos e apenas seis marcados. Tudo em quatro jogos apenas.

Frente ao Lyon, 2º classificado da liga francesa e, por isso, diretamente qualificado para a fase de grupos da Champions, o Sporting tentará inverter a tendência negativa dos últimos resultados.

Contará, para tal, com o empenho dos reforços, com particular destaque para Alan Ruiz e Daniel Podence. O médio argentino personifica o investimento mais avultado da gestão Bruno de Carvalho (5,3 M€); o avançado português encerra grande parte da curiosidade dos sportinguistas, entusiasmados com o (alto) rendimento deste jovem ao longo do estágio em Lausanne.

Alan Ruiz (22 anos) e Podence (20) deram boa conta de si durante os testes a que foram submetidos por Jorge Jesus, reforçando o estatuto no plantel e aumentando o crédito junto do treinador. Ruiz lançou candidatura ao onze; Podence mostrou por que razão o treinador dos leões decidiu adaptá-lo à posição de segundo avançado. Apesar de terem passado a ser concorrentes diretos, conseguiram, cada qual à sua maneira, conquistar um lugar de destaque entre os verdes e brancos.

Defesa e ataque

As derrotas com Monaco (4-1), Zenit (4-2) e PSV (5-0) deixaram os sportinguistas alarmados. Sobretudo tendo em conta as elevadas expectativas provocadas pelo bom desempenho coletivo em 2015/16, através do qual o Sporting superou, entre outros recordes, o seu máximo de pontos na Liga (86), e voltou a terminar a época como a equipa que menos golos sofreu no campeonato (21), o que não acontecia desde 2006/07.

Ora, foi precisamente no capítulo defensivo que a equipa mais desiludiu. Pior do que o avultado número de golos sofridos, foram os erros acumulados. A ausência de Rui Patrício, William, Adrien e João Mário atenua, mas não justifica tamanho descalabro. E nem o ataque escapou ao negativismo: Barcos foi aposta mas nunca marcou; Slimani nunca foi titular e nem uma oportunidade de golo protagonizou. Chegou, pois, a hora de dar a volta ao texto, precisamente no regresso a Alvalade.

Por António Adão Farias
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