Mulher de Acuña desmente Bruno de Carvalho: «Alguém devia ajudá-lo, é mentiroso e perigoso»

Julia Silva reage às declarações do ex-presidente do Sporting no seu livro

• Foto: Bruno Colaço

A mulher de Marcos Acuña negou que o jogador do Sporting tivesse rescindido contrato com os leões no verão na sequência do ataque à Academia, como Bruno de Carvalho afirmou no seu livro. No "Sem Filtro – As Histórias dos Bastidores da Minha Presidência", o antigo presidente leonino diz que o extremo entregou a documentação "fora do prazo", o que impossibilitou a sua saída. Julia Silva diz, contudo, que tal não corresponde à verdade.

"Se o Marcos tivesse rescindido estava no seu direito, mas não o fez e quando decidiu que não o faria eu apoiei-o com enorme dor no peito, que era medo. Medo que as coisas não melhorassem e todo aquele pesadelo voltasse a suceder. Graças a Deus que hoje tudo é diferente, para melhor!", vincou a mulher do internacional argentino, criticando duramente Bruno de Carvalho: "É incrível o nível de cinismo que guia esta senhor, alguém deveria ajudá-lo porque não só é mentiroso como também perigoso."

Julia Silva não esquece o terror que passou na sequência da invasão a Alcochete: "Não podemos estar sempre a responder àqueles que descarregam as suas frustrações num jogador de futebol mas uma pessoa farta-se... Não desejo a ninguém o que vivemos no ano passado. Sentir-me insegura na minha própria casa, com receio de deixar os filhos na escola devido às ameaças reais. Foi a pior semana da minha vida, com ataques de pânico, dores no peito, insónias e o desejo de voltar ao meu país com os meus filhos..."

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