Do 'milagre de Alkmaar' ao balde de água fria: o percurso de Peseiro em Alvalade

Técnico volta a um clube que bem conhece

Contacto. José Peseiro chegou a Alvalade pela mão de Dias da Cunha, então presidente do Sporting. Veio para substituir Fernando Santos.

Oficial. Apresentado a 4 de junho de 2004, após um ano como adjunto de Carlos Queiroz no R. Madrid. "Venho para ganhar tudo. Sei que vou ter sucesso", atirou, confiante.

Estreia. No primeiro jogo oficial, em Alvalade, derrotou o Gil Vicente (3-2), na 1.ª jornada do campeonato. Valeu o bis de Liedson e um autogolo.

Milagre. Um dos seus pontos altos foi o trajeto europeu. Guiou o Sporting à final da Taça UEFA, após o ‘milagre de Alkmaar’ nas ‘meias’.

Perto. Após um início intermitente na Liga (7.º lugar à 6.ª jornada), o futebol leonino melhorou. O título esteve perto, mas uma derrota com o Benfica (1-0) na penúltima jornada deitou tudo a perder.

Deceção. 18 de maio de 2005, o dia do balde de água fria. Na final da Taça UEFA, em Alvalade, o Sporting é derrotado, por 3-1, pelo CSKA Moscovo.

Recomeço. Apesar da época sem títulos, manteve a confiança da SAD, que lhe reforçou os poderes para 2005/06. Entre outros, contratou Deivid, Tonel e Wender.

Decisão. Peseiro apresentou a demissão a 18 de outubro de 2005, após um derrota caseira contra a Académica. Deixou os leões no 7.º lugar.

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