«Renovação de Amorim? Já não é meter a carne toda no assador, é meter só mesmo a que resta»

Hélder Amaral refere que decisão é uma "tentativa de segurar o único elo de ligação entre direção e sócios" do Sporting

• Foto: José Lorvão/Sporting
Hélder Amaral, antigo deputado, falou ao programa Bola Branca, da Rádio Renascença, sobre a renovação de Rúben Amorim pelo Sporting até 2026, decisão que considera ser uma "tentativa desesperada" de Frederico Varandas "segurar o único elo de ligação entre a direção e os sócios" dos leões.

"Não havia rigorosamente nada que justificasse a renovação. Em determinado momento, Amorim compensou todas as falhas dando um título ao Sporting, mas agora falta saber se há fio condutor, qualidade na direção e no treinador para repetir. Pelos vistos, não. Já não é meter a carne toda no assador, é meter só mesmo a que resta", começou por referir.

E acrescentou: "A aposta na formação é uma aposta pisca-pisca. A política de aquisições e vendas foi completamente errada, assumido pelo próprio treinador. Esta renovação é uma tentativa desesperada de segurar o único elo de ligação entre a direção e os sócios. Não foi difícil aceitar mais um ano de contrato numa situação em que Amorim se sente rei, dono e senhor do clube. É Frederico Varandas fazer uso da única opção que se mostrou acertada enquanto presidente", concluiu.
Por Record
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