Tabata: «Agora respeitam-nos um bocado mais»

Garante que a responsabilidade da equipa é a mesma mas admite que os adversários podem estar mais motivados para vencerem o Sporting

• Foto: Filipe Farinha

Na comemoração do seu 7.º aniversário, a Sporting TV entrevistou Bruno Tabata, o camisola 7 que não se deixou intimidar por superstições. "Acredito mais no meu trabalho como uma forma a quebrar a maldição", assumiu o jogador, que foi considerado louco por escolher este algarismo em Alvalade.

A trabalhar há três semanas, o brasileiro começou por fazer um balanço positivo do estágio. "Tem sido muito bom. O mister tem um plano que temos vindo a cumprir desde a alimentação à parte tática. Temos feito bons particulares e depois há aquele segredo que nunca escondemos: trabalhamos, corremos e somos humildes", afirmou o extremo, que ainda abordou a Supertaça: "Ainda temos um tempo até à Supertaça e a evolução tem sido fantástica. Temos de honrar o nome do Sporting e pensar em conquistar o título. Nós vamos dar o máximo para sair de lá com o troféu".

Com o estatuto de campeão nacional, o sul-americano garante que a responsabilidade não aumentou mas antevê mais dificuldades. "Este ano temos de dar ainda mais. A nossa responsabilidade é a mesma e vamos dar tudo dentro de campo e trabalhar ao máximo. A diferença é que agora respeitam-nos um bocado mais".

Polivalência

Na pré-época, Tabata tem sido testado no meio-campo e garante que está pronto para assumir qualquer função. "Quando treinei com o Vítor Oliveira, ele já me dizia que podia fazer várias funções. É mais duro, mas estou preparado para jogar em qualquer posição para ajudar coletivamente o Sporting", acrescentou o jogador, que ainda abordou a potencial estreia na Champions: "É um sonho. A seguir ao mundial é a prova que mais ambicionamos. Só escutar aquele hino...".

Garantindo que espera alcançar um rendimento mais elevado, pois este ano está a realizar a pré-temporada, o sul-americano também recordou o título alcançado. "Um jogador nunca está preparado para ver de fora pois não consegue ajudar. Mais do que ser campeão queríamos sê-lo naquele dia pois os adeptos contavam com isso... foi arrepiante pois são momentos que se vão eternizar na história do Sporting", acrescentou o jogador, que agora só pensa em contar com o apoio dos adeptos do Sporting, já sentados no Estádio José Alvalade na nova temporada.

Por Record
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