Martins deu o peito

Técnico assumiu toda a responsabilidade para aliviar o plantel. Pressão ao máximo no horizonte

• Foto: Simão Freitas

Pedro Martins deu o peito às balas no final da escandalosa derrota com a Oliveirense e o principal objetivo do treinador foi o de defender o grupo, procurando logo aliviar a inerente pressão sobre os jogadores. Ao assumir que jamais será um problema, caso a decisão da SAD vitoriana seja o divórcio com a equipa técnica, sentindo-se ainda assim seguro e com forças para continuar, o timoneiro deixou claramente a entender que o próximo jogo, na receção ao Feirense para a Taça de Portugal, ganhou uma nova relevância, isto depois do inesperado insucesso na Taça CTT.

No fundo, Pedro Martins sabe que a pressão atingiu o ponto máximo, depois de duas derrotas seguidas em casa num ciclo de quatro jogos que termina precisamente no domingo com os fogaceiros. O problema é que o calendário dita que o ciclo que se segue à decisão na Taça de Portugal contempla outros quatro jogos, mas todos fora de portas, começando pelo confronto da Liga Europa, em Salzburgo, dia 23.

As deslocações a Vila do Conde e a Setúbal para o campeonato, têm pelo meio uma rápida visita ao vizinho Moreirense, precisamente na Taça CTT. Prova que fica quase perdida, pois só uma conjugação muito favorável de resultados (um 5-0 aos cónegos e a Oliveirense perder por dois na Feira), pode ditar o acesso à final four de Braga.

Por António Mendes
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