Pólvora seca atesta carências

Depois do nulo diante da Académica, Augusto Inácio voltou a assumir a necessidade de reforços

• Foto: Bruno Teixeira Pires

O Aves terminou o estágio, no Luso, com um empate sem golos frente à Académica. Um jogo de preparação em que o cansaço acumulado se fez sentir.

"Este teste foi muito bom, porque, depois de uma grande carga física na sexta-feira, os jogadores jogaram sob forte cansaço e isso viu-se nos primeiros 30 minutos, em que só deu Académica", afirmou Inácio. E se o treinador dos avenses tem gostado do entrosamento, não se coíbe de afirmar que "esta equipa precisa de reforços". "Preciso de mais gente para o meio-campo, para as alas, e de mais um avançado", sublinhou. Horas depois, chegou Mahmoud Kahraba [ver página 47].

No estágio sobressaíram os jovens Miguel Tavares e Ricardo Rodrigues: "Têm-se destacado e conto com eles para o plantel, mas para chegar a um nível competitivo como espero que seja o do Aves, ainda têm de comer muita sopa."

Olhando para o campeonato que se avizinha, Inácio acredita numa "luta danada lá para baixo" e em "três candidatos ao 1º lugar, com o Sp. Braga à espreita" e equipas como "Marítimo, V. Guimarães e Rio Ave a lutar pela Europa". Surpresa? "Espero que seja o Aves, naturalmente", atirou Inácio.

Declarações após o nulo com uma Briosa que entrou mandona e até criou um par de oportunidades, antes do primeiro remate do Aves, aos 25’. O lance mais perigoso dos avenses surgiu aos 42’, mas Tavares não aproveitou a perda de bola de Reko. Na 2ª parte houve maior equilíbrio. Golos é que não...

Por Bruno Gonçalves
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