Persson: «Não quis desperdiçar esta oportunidade»

Apresenta-se como um 'box-to-box' e garante que os azuis foram a primeira opção

Não fala português, mas já está cheio de vontade de ajudar o Belenenses a vencer. Robert Persson, que chegou em cima do fecho de mercado ao Restelo, apresenta-se como um "box-to-box", garante ter um "bom jogo de cabeça e um bom pé esquerdo" e explica que nem pensou duas vezes antes de escolher os azuis.

"Depois de ter terminado o meu contrato surgiram vários clubes interessados, mas sem dúvida que o Belenenses foi a minha primeira opção. Foi tudo muito rápido porque não quis desperdiçar esta oportunidade e, em dois dias, felizmente tudo se concretizou", explica o sueco, de 29 anos, que era capitão do Orebro.

Além de afirmar que "estava na altura de abraçar um novo desafio", Persson traz na bagagem a experiência de ter participado em 250 jogos como profissional, mas ambiciona mais. "Só posso estar agradecido por tudo o que o futebol me tem proporcionado, mas não quero ficar por aqui. Espero ainda fazer mais 250 jogos!", garante o sueco.

Conselhos e... determinação

Persson confessa que ficou rendido ao que já viu nos treinos dos azuis e confessa que teve ajuda para tomar a decisão de assinar. "Tinha ouvido falar muito bem do clube, sobretudo através do Helgi Danielsson, que jogou aqui em 2013/14. Queria algo diferente e o Belenenses é perfeito para mim", diz o sueco, que aponta à vitória com o Nacional: "Estamos desiludidos após o último jogo, por isso queremos dar uma boa resposta e trazer os três pontos para casa."

Por Miguel Amaro e Pedro Gonçalo Pinto
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