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Benfica frente ao V. Setúbal: Visão de Geovanni e chama de Karadas

APRECIAÇÃO À EQUIPA

Depois do desaire de Estugarda, o Benfica respondeu com indiscutível triunfo sobre o ex-líder da SuperLiga. Um resultado volumoso para o qual contribuíram a abrangência de Petit, o talento de Simão, o espírito de Karadas e a inteligência de um Geovanni que juntou sacrifício à qualidade técnica que possui
Benfica frente ao V. Setúbal: Visão de Geovanni e chama de Karadas • Foto: Miguel Barreira
MOREIRA (3). Numa noite sem trabalho difícil, esteve discreto mas seguro.

AMOREIRINHA (3). Sendo mais apto a impor-se com argumentos defensivos, não se diminuiu pela atenção quase exclusiva que deu a Zé Rui. Apesar dos erros cometidos.

LUISÃO (3). Actuação ao nível do que tem feito, pautada pela confiança e pela autoridade que exerce na equipa.

ARGEL (3). Assumiu mais vezes o duelo individual com Meyong. Perdeu e ganhou lances, muitas vezes orientado pela picardia dispensável.

DOS SANTOS (3. A presença de Jorginho no seu raio de acção limitou-o naquilo que mais e melhor gosta de fazer: subir no terreno. Equilibrou-se aos poucos.

PETIT (4). A abrangência territorial e a facilidade com que se multiplica nas mais diversas tarefas põe a equipa a funcionar. E por isso não é indiferente estar ou não estar presente. Nos moldes habituais, compensou a desvantagem numérica no meio-campo e empurrou o jogo para junto da baliza setubalense. Mereceu os aplausos à saída.

MANUEL FERNANDES (3). Com um raio de acção mais restrito, deu a aula do costume, colocando todas as virtudes no lugar: gestão do espaço, contundência na chegada à bola e frieza nas decisões.

SIMÃO (4). Algumas dificuldades iniciais perante Manuel José. Com o decorrer do jogo soltou-se das marcações, libertou-se da linha e exerceu influência em toda a frente de ataque. Marcou um belo golo.

GEOVANNI (4). Mostrou que, em absoluto, o Benfica não tem melhor para jogar encostado à linha do lado direito. Se há jogos em que peca por omissão (e por isso vai para o banco mais do que devia), ontem foi a sua inteligência que permitiu criar condições de modo a construir a vitória e a óptima actuação. Muito boa a acção exercida entre o flanco direito e o centro do terreno, culminada com um golo. Absolutamente decisivo.

NUNO GOMES (1). Pouco mais de 20' em campo, justamente na fase em que a bola menos chegou aos avançados.

KARADAS (4). Uma das grandes figuras da noite. O seu golo de cabeça desbloqueou o jogo e o segundo (que deu a Sokota) acabou com as dúvidas. Impõem-se por antagonismo mas tem qualidades imensas. O seu poder de fogo vai dar ainda que falar.

SOKOTA (3). Excelente movimentação, bom entendimento com Karadas e participação no resultado, com acção directa em dois golos - o seu e o de Geovanni.

EVERSON (1). Sem tempo, pouco ou nada trouxe.

BRUNO AGUIAR (1). Idem.
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