Benfica repudia ataques a Casas e fala em "absurda inveja" de "um certo tipo de 'adeptos'"

Encarnados lamentam os "atos de vandalismo perpetrados por energúmenos"

O Benfica dedicou a sua habitual newsletter diária aos "atos de vandalismo perpetrados por energúmenos" contra algumas das suas Casas e fala numa "absurda inveja" de "um certo tipo de 'adeptos'" que tenta travar "a enorme evolução no Projeto Casas do Benfica".

"Infelizmente, começam a tornar-se demasiado frequentes as notícias de atos de vandalismo perpetrados por energúmenos, sem qualquer punição conhecida, a Casas do Benfica. Só nos últimos dias foram vandalizadas as Casas localizadas em Matosinhos e Braga", escrevem os encarnados.

Mas o clube recorda que já houve mais. "Esta última já o havia sido no ano passado, juntando-se a, pelo menos, às Casas sitas no Porto, Vila Nova de Gaia, Gondomar (tentativa de incêndio), Ermesinde, Vila Nova de Famalicão, São João da Madeira, Aveiro, Mortágua, Faro, Moura, Algueirão Mem Martins, Loures, Samora Correia, Pombal e Vila Real, na lista das que foram vandalizadas em 2019, a qual deveria envergonhar e preocupar as autoridades e todos os que se dedicam ao desporto e ao associativismo em Portugal."

"E somos obrigados a relembrar o ato selvagem e cobarde do apedrejamento, em Barcelos, no dia 23 de dezembro de 2018, de um autocarro, em andamento, que transportava benfiquistas regressados do Estádio da Luz para assistirem ao Benfica–Braga, resultando em ferimentos graves e hospitalização do jovem Bruno Simões. E nem sequer queremos imaginar o que poderia ter acontecido se as pedras tivessem atingido o motorista do autocarro. Até hoje desconhecemos qualquer evolução na investigação policial deste caso. O que é incompreensível e injustificável."

E finaliza: "Estamos conscientes de que esta enorme evolução verificada no Projeto Casas do Benfica, único em todo o mundo, é causador de uma absurda inveja e motiva um certo tipo de 'adeptos' a tentarem travá-lo, porém, estamos igualmente convictos que não o conseguirão. Reiteramos que estes atos são criminosos, atentatórios da liberdade individual e da integridade física de pessoas e bens, os quais têm de ser parados por a quem compete zelar pela segurança no País. É uma questão de cidadania que está em causa e onde a clubite não deve nunca ter lugar!"

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