Bruno Lage, a lição de Vítor Oliveira em dois minutos, o 'caso' Samaris e uma questão de ADN

Treinador do Benfica antevê encontro com Gil Vicente

• Foto: Pedro Simões

Bruno Lage reconheceu que "este é o momento" do Benfica dar resposta em campo. Com 1 ponto de vantagem em relação ao FC Porto (os dragões podem subir hoje provisoriamente à liderança, uma vez que defrontam esta noite o Portimonense), o treinador dos encarnados reconheceu este domingo, em conferência de imprensa, o poderio do Gil Vicente, adversário nesta 22.ª jornada e abordou a "ausência" de Samaris.


Momento do Gil Vicente: "Temos de jogar para vencer, não há outra hipótese. Ontem tive a oportunidade de ouvir dois minutos da conferência do mister Vítor Oliveira e são dois minutos fantásticos. Ele define-se como homem e treinador. Foi com muita pena minha que vi que hoje não houve um grande destaque dessas palavras. O Gil reconstruiu uma equipa e, desde a primeira jornada, tem feito um percurso muito bom. É uma equipa muito forte em transições, muito forte em ataque organizado e a atacar a profundidade. Mas este é o momento em que nos temos de assumir. Só dependemos de nós. Temos de criar as situações e concretizar. Temos de continuar com o apoio fantástico dos nossos adeptos, ver o que quer nós, quer os adeptos, o que cada um pode fazer para dar esse sinal de afirmação. No norte sentimos um apoio enorme dos nossos adeptos"

Ausência de Samaris: "É opção, tendo em conta o que vai acontecendo. O Samaris não foi o único jogador que não tem jogado após o sucesso da época passada. O Tino [Florentino] igual, Seferovic igual... A questão parece sempre para o Samaris, mas prende-se com o coletivo. Ele ou qualquer jogador está sempre próximo de entrar no jogo. A nossa forma de trabalhar e ver as coisas é de três em três dias, há deslocações, desgaste... Todos os jogadores estão sempre disponíveis para entrar no onze".

Recurso às faltas: "Já falei aqui sobre essa situação. É um problema individual e coletivo. Nunca falei de arbitragens, nem vou falar. Gosto de olhar para um jogo e quando há aquelas faltas e um adversário ultrapassa e é agarrado ou travado em falta, para mim é cartão amarelo. Uma coisa é eu estar a disputar a bola ou chegar tarde ao lance… Agora temos aqui vários jogadores que saem de lances e são travados em falta com agarrões, são avisados pelo árbitro. Não fazemos essas faltas, é um facto, podemos parar as situações de outra maneira. Também há um problema mais tático, que não vos vou dizer, que nos leva a reagrupar muito junto da nossa baliza. Dizer ao Rafa para quando for ultrapassado para fazer uma falta ou agarrar… Isso não está no ADN dos nossos jogadores. Se tivermos de frente, se formos agressivos, fazer uma boa pressão, isso já está no ADN dos nossos jogadores. Agressivos, sim, com bola, sim. Mas fora isso, não temos jogadores para fazer esse tipo de faltas. Não vamos arranjar coisas aqui para servir de justificação, tem é de haver um equilíbrio".

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