Bruno Lage: «Com Rui Vitória houve aposta efetiva no nosso trabalho enquanto treinadores da formação»

Técnico abordou a formação das águias

• Foto: SL Benfica

Bruno Lage esteve presente num debate sobre a formação do Benfica, que se realizou no Museu Cosme Damião, e explicou que, apesar de todo o trabalho feito desde 2004, foi o antecessor que deu maior expressão ao que faz no Seixal. "Foi fundamentalmente com a entrada de Rui Vitória que há sim uma aposta efetiva no nosso trabalho enquanto treinadores da formação", vincou o técnico da equipa principal do Benfica.

Bruno Lage explicou ainda todo o processo pelo qual passou a formação das águias, o qual acompanhou, inicialmente. "Em 2004, a verdade é que o Benfica dominava pouco, tinha vencido o campeonato de juniores, mas em termos de formação e projetos, as coisas não existiam. E desde essa altura, as coisas foram sendo contruídas de forma progressiva. Primeiro, as instalações, o estádio e o Seixal. Havia também a necessidade de vencer na equipa A, que é o mais importante e não podemos deixar de ter noção disso. E mesmo numa fase inicial da formação era muito importante vencer campeonatos. Nesse primeiro ano, recordo-me que vencemos o campeonato de escolas A e Infantis A. O trabalho de prospeção foi determinante para isso, para começarmos a criar equipas competitivas e com muitos títulos. Aquela geração de 1994 venceu escolas A, infantis A, iniciados B, iniciados A, juvenis A, juniores e muitos eles integraram a equipa B com resultados fantásticos e com enorme sucesso pelo mundo. Só para terem uma pequena ideia, três desses jogadores estão agora no Man. City [Bernardo Silva, João Cancelo e Ederson]. Em determinada altura, as coisas estavam consolidadas no projeto de vencer campeonatos a nível nacional, quer nos seniores quer na formação e eu essa parte vivi", assinalou o técnico de 43 anos, que não acompanhou a passagem dos jovens à equipa principal:

"O passo seguinte não vivi, acompanhei à distância, que foi a passagem e integraçao de jovens jogadores no plantel principal. A passagem foi feita, de forma sólida, embora nem sempre com uma afirmação sólida, mas com a possibilidade de fazer receita. Era fundamental ter receita para várias coisas e uma delas era continuar a dar condições quer em termos de estrutura, quer em condições de treino para podermos desenvolver o nosso trabalho".

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