Capitais próprios positivos da SAD do Benfica disparam

Exercício de 2015/16 decisivo para as contas das águias

No Relatório e Contas Consolidado e Individual 2015/16 da SAD do Benfica, enviado ao mercado na segunda-feira ao final da noite, é possível constatar que os capitais próprios positivos da Sociedade dispararam, em face dos resultados alcançados no exercício de 2015/16 - um resultado líquido de 20,4 milhões.

A 30 de junho de 2016, o capital próprio consolidado da SAD (falamos aqui apenas da SAD, não do Grupo Benfica) ascende aos 20,9 milhões de euros - a diferença entre o ativo consolidado de 476,378 milhões de euros e o passivo consolidado de 455,476 milhões - , um aumento significativo pois no ano anterior o mesmo cifrava-se somente nos 575 mil euros. E em 2014 estava mesmo em terreno negativo.

Valores dispararam
Na nota que consta do RC, o Conselho de Administração "considera que a continuidade das operações será assegurada pelo suporte financeiro dos acionistas, pela garantia de apoio das instituições financeiras na renovação das linhas de financiamento e pelo sucesso das operações e atividades futuras em resultado das medidas de gestão referidas", reforçando que "esta evolução do capital próprio vem confirmar a estratégia seguida."

No fim do RC estão igualmente os papéis da certificação das contas por parte da auditora - a PricewaterhouseCoopers (PwC) -, onde surge uma enfase por parte da PwC: "Chamamos a atenção para o facto de as referidas demonstrações financeiras consolidadas terem sido preparadas segundo o princípio da continuidade das operações. Contudo, em 30 de junho de 2016, embora o capital próprio se apresente positivo em 25.900 milhares de euros, o passivo corrente é superior ao ativo corrente. Conforme referido na nota 28 do anexo às demonstrações financeiras consolidadas, pelo mencionado atrás e pelo facto de o Capital se encontrar perdido em mais de 50 por cento, a aplicação do princípio da continuidade encontra-se dependente do suporte financeiro dos acionistas, do apoio das instituições financeiras na renovação das linhas de financiamento e do sucesso das operações e atividades futuras".

Por João Socorro Viegas
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