Carlos dos Santos: «Sempre fui benfiquista, o clube faz parte do que sou»

Guarda-redes luso-norte-americano explica vida em Portugal

Carlos dos Santos chegou ao Benfica em 2016 depois de residir em Filadélfia durante a infância. O guardião norte-americano, de 19 anos, filho de pais portugueses, explicou que sempre pensou cumprir o sonho de vestir a camisola do Benfica.

"Sempre fui benfiquista, o meu sempre pai é benfiquista, o meu avô era e 95 por cento da minha familia também, ainda mais agora por estar no Benfica. O clube sempre fez parte daquilo que sou e faz parte do meu coração. Tinha o sonho de jogar no Estádio da Luz pelo Benfica quando estava nos Estados Unidos. Não sabia como poderia vir mas sempre pensei que poderia acontecer", explicou num direto no Instagram da escola dos encarnados em Washington DC.

'CJ', como também é conhecido, sublinhou que a ameaça da novo coronavírus e a suspensão das provas dos escalões de base teve também pontos positivos. "Tem sido difícil. As duas primeiras semanas foram complicadas, a perceber como poderíamos transitar para esta situação. Não é como umas férias. É bom dar um passo atrás e avaliar a época, olhar para ti próprio de uma perspetiva diferente. Tento estar ocupado sempre que posso, leio um bocado também", desvendou o internacional pela seleção sub-20 dos Estados Unidos que o sonho de "jogar a final de um Campeonato do Mundo e ser decisivo numa decisão por penáltis".

Sobre o Benfica Campus, Carlos dos Santos que esta temporada alinhou pela equipa de sub-23 convidou os jovens norte-americanos a "experimentarem perspetivas diferentes de futebol e aprenderem com elas". "É preciso mostrar a paixão de jogar, foi sempre o que o meu pai me disse. Quando mais cedo melhor, eu cheguei ao Seixal com 16 anos e é uma excelente idade para assimilar toda a informação", explicou, deixando elogios ao centro de treinos.

"O Benfica é um clube que tem adeptos por todo o Mundo, é uma das melhores academias do Mundo a par do Ajax ou Barcelona. É um clube conhecido por produzir talentos fantásticos", referiu, apontando Tiago Dantas como exemplo a seguir pelos norte-americanos, um jogador que se "destaca pelo futebol que o cérebro produz" e não pelo portento físico.

Por Flávio Miguel Silva
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