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Cichero: «Em Portugal havia sempre churrasco»

VENEZUELANO ESTEVE TRÊS ANOS LIGADO AO BENFICA

Alejandro Enrique Cichero Konarek. Um nome que pouco diz à primeira. Depois de uma investigação profunda, chega-se a um obscuro defesa venezuelano que em 1997/98 integrou o plantel do Benfica.

Vinha com "muchas ganas" mas acabou por ser emprestado. Primeiro ao Cagliari, depois ao Oliveira do Bairro e terminou o percurso em Portugal na equipa "b" encarnada.

Formado em administração de empresas, Cichero aproveitou e alargou o currículo às línguas, com a aprendizagem do português.

Mas porquê falar deste venezuelano, agora com 32 anos e a jogar no Caracas FC? Porque o seu clube defronta 4.ª feira o Flamengo na Taça Libertadores, o que motivou uma reportagem do "Globoesporte" na qual revela segredos da sua experiência de três anos no nosso país, entre os quais a paixão pela língua... e por churrascos.

Para começar, o defesa venezuelano fala português com sotaque brasileiro por opção - a maior identificação é com o Brasil.

"Joguei três anos em Portugal e sempre convivi com brasileiros. No princípio peguei o sotaque português, mas depois virei um pouco mais para o brasileiro. Aí fiquei com esse sotaque de vocês, de que gosto muito mais", afirma antes das revelações desses tempos do Benfica e do futebol português, nos quais os encarnados andaram arredados do primeiro lugar do campeonato:

"O que mais gostei sempre era que depois dos jogos fazíamos um churrasco. Era amizade, gente boa, pessoas agradáveis... Havia sempre churrasco."

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