Direção justifica emblema monocromático na camisola com "rigoroso acompanhamento das tendências"

Decisão tomada entre o Benfica e o fornecedor de material desportivo

• Foto: Pedro Ferreira

As cores das mais recentes camisolas do Benfica lançadas no mercado mereceram críticas por parte de vários associados por fazer constar, à imagem do que já acontecia em outras épocas, um emblema monocromático. A direção respondeu frisando que a existência do mesmo "não tem como objetivo desrespeitar nem os regulamentos, nem os estatutos", acrescentando-se ainda que "à imagem dos maiores clubes de futebol europeu, as decisões sobre os equipamentos desportivos são tomadas em conjunto entre o fornecedor [Adidas] e as estruturas comerciais do clube, obedecendo a um rigoroso processo de acompanhamento de tendências a nível mundial".

"Desde o primeiro momento da existência de qualquer marca, é necessário prever que o seu comportamento será alvo de diversas e variadas aplicações, que tenderão a servir toda a sua comunicação e todos os diferentes suportes em que esta possa existir, de forma a garantir a sua integridade e coerência face à sua audiência. Para o clube assegurar que a sua insígnia será sempre bem utilizada e aplicada, independentemente da situação ou dos intervenientes no seu manuseamento, é sempre elaborado e compilado um conjunto de normas de utilização, sistematizadas num manual, que terá a sua complexidade adequada à dimensão e ao alcance pretendido pela empresa ou instituição. Para cobrir este vastíssimo espectro de utilização, o manual de normas da marca Benfica prevê diferentes versões que visam sistematizar a aplicação da marca, adaptada às diferentes situações e suportes: desde a versão integral com 7 cores e toda a sua complexidade de desenho, que deverá ser utilizada sempre que possível, passando por versões a uma cor que permitem melhor legibilidade em escalas mais reduzidas e a reprodução da imagem em suportes volumétricos, recortados, gravados, bordados, entre outros, até versões previstas para utilização de metais nobres como o ouro e a prata", sustentou em resposta aos sócios a direção encabeçada por Luís Filipe Vieira.

Apesar do contexto de pandemia que vivemos, os orgãos sociais dos encarnados garantem que a aposta no contexto digital permitiu "manter as vendas no nível estimado".

"A venda de camisolas e réplicas oficiais decorre dentro do ritmo esperado, tendo o orçamento já tido em consideração o impacto expectável dos efeitos da pandemia. O investimento efetuado na nossa estratégia digital permitiu-nos compensar parcialmente os efeitos negativos que a pandemia provocou em praticamente todas as áreas de comércio tradicional e dessa forma manter as vendas no nível estimado. A recuperação do nível de vendas das camisolas e réplicas oficiais estará sempre dependente da presença de público nos estádios, da recuperação da economia e do turismo e, consequentemente, da normalização da vida dos cidadãos", pode ler-se.

Por Flávio Miguel Silva
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