«Divulgação dos contratos de Ferreyra e Castillo pode ter aumentado a pressão»

Gestor financeiro do Benfica, Paulo Alves, sublinhou o "mal-estar" pelo que aconteceu

• Foto: Luís Manuel Neves/Arquivo

Paulo Alves foi a última testemunhada arrolada pelo Benfica a ser ouvida em tribunal no âmbito do processo movido pelas águias ao FC Porto, devido à divulgação dos e-mails.

O gestor financeiro prestou depoimento na manhã desta quinta-feira, no Juízo Central Cível do Porto, pouco depois de Miguel Moreira, diretor financeiro das águias, e referiu que alguns factores geraram mal-estar, nomeadamente a 'queda' na Internet dos contratos de Ferreyra e Castillo.

"Os contratos do Castillo e do Ferreyra terem sido tornados públicos criou algum mal-estar. O facto de dois jogadores chegarem e os seus contratos serem revelados pode ter criado alguma dificuldade na integração dos jogadores. E por ser público, pode ter contribuído para que não tivessem tido o rendimento desejado. Pode ter aumentado a pressão", apontou.

Sobre o caso concreto dos e-mails, Paulo Alves detalhou alguns dos aspetos que tiveram de ser alterados no dia-a-dia encarnado, designadamente com o reforço de vários setores.

"O custo da divulgação dos e-mails rondou os 784,5 mil euros, diretamente. Tivemos de contratar mais pessoal para suprir o reforço da carga horária, tivemos de fazer um reforço informático que custou 188 mil euros e contratámos pessoas para quatro departamentos", frisou.

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