Espião do Benfica salvo por lapso no processo E-Toupeira

Júlio Loureiro vai a julgamento apenas por um crime. Ministério Público arrasado

Júlio Loureiro, o funcionário do Tribunal de Guimarães que a Relação ordenou que fosse a julgamento no processo E-Toupeira, viu agora o Supremo Tribunal de Justiça dar-lhe razão. Tinha sido pronunciado por 45 crimes - seis de violação de segredo de justiça, 21 de violação de segredo de funcionário, nove de acesso indevido e nove de violação do dever de sigilo - mas todos os indícios foram arquivados em sede de instrução, avança o 'Correio da Manhã'.

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