Liberdade do meio para a frente

Vitória não quer amarrar o virtuosismo dos seus tecnicistas

• Foto: Paulo Calado

Rui Vitória é apologista – e é esse o espírito que incute aos seus jogadores durante a preparação dos jogos – de que a equipa deve estar sempre o mais compacta possível na hora de defender. Aí, exige o máximo rigor a todos os elementos, mas na vertente ofensiva tudo muda. Apesar de, num quadro geral, todos os jogadores terem funções bem atribuídas, o técnico deixa claro que do meio-campo para a frente há asas para a criatividade. Vitória não quer amarrar o virtuosismo dos muitos tecnicistas que tem à disposição e, no último terço, a regra é ‘criar’.

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