Luís Filipe Vieira: «Não vamos investir à doida»

Presidente fala em limites mas não modera a ambição

• Foto: Pedro Ferreira

Luís Filipe Vieira resumiu esta quarta-feira os objetivos de um novo mandato, um dia antes das eleições para a presidência do clube, nas quais é o único candidato. O líder encarnado fala do Seixal, da internacionalização da marca, mas principalmente do tão ambicionado tetracampeonato.

"Neste momento criava um vazio no Benfica se não me candidatasse, como penso também que existem algumas coisas por fazer. Não foi preciso pensar muito tempo para me candidatar. Os desafios principais são sempre a componente desportiva, que é ganhar. Para nós é fundamental ter sucesso desportivo e financeiro, e acho que há condições para termos as duas vertentes. Há outro objetivo: queremos continuar a investir no Seixal. Há quem diga que é a minha menina dos olhos de ouro e se calhar é. Queremos mais jovens no Seixal, vamos aumentar a capacidade para cerca de 100 jovens. É fundamental para o futuro do Benfica. Temos também a internacionalização do Benfica. Queremos que o Benfica seja uma realidade na China e noutros mercados.  Serão esses objetivos fundamentais e outro que é o tetra. É a história do Benfica, é fundamental estarmos todos unidos à volta desse grande objetivo", frisou Vieira em entrevista à CMTV.

Questionado sobre se já se imaginou como 'o presidente do tetra', Vieira prefere ter mais cautela: "Serei mais um que servi o Benfica. É lógico que, se se concretizar esse sonho, serei o presidente do tetra. Hoje, com toda a estrutura que existe, é natural o Benfica ganhar. Há uns anos era natural e queremos voltar a esta realidade. Agora é verdade que temos os nossos limites. Não vamos investir à doida. Sabemos o que estamos a fazer, queremos reduzir o passivo e continuar a ganhar".

Ficar na história

Luís Filipe Vieira diz ter a certeza que que vai figurar na história do Benfica, mas alarga os louros a todos os que trabalharam nas águias e garante que só os benfiquistas sabem como o hão de lembrar no futuro.

"Primeiro tenho de lhes dizer obrigado. Tenho a certeza de que vou ficar na história do Benfica. Porque sou presidente, sou o presidente do centenário… Mas esta obra… nunca pode ser dito que é de um homem. Foi de todos os que a fizemos. Eu podia ter muito boas ideias mas se não tivesse esta estrutura profissional nada disto sucedia. Esta é a verdade, não há super-homens. Há pessoas com dedicação e capacidade de trabalho muito grande. Amam o Benfica, eu como muitos também. Os benfiquistas é que um dia hão de dizer o que fiz e como me vão lembrar", concluiu.

Por Luís Miroto Simões
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